QUAL A POLÍTICA DE LULA PARA GUERRA NA UCRÂNIA? - Programa 20 Minutos
Na última quinta-feira, dia 23 de fevereiro, o Brasil votou favoravelmente, na Assembleia Geral das Nações Unidas, a uma resolução que condenou a Rússia pela guerra na Ucrânia, exigindo a imediata retirada das tropas de Moscou dos “territórios internacionalmente reconhecidos” da nação vizinha. Atrelada a essa abordagem, o projeto aprovado fala em “paz justa, abrangente e duradoura” e apela ao “fim das hostilidades”.
Os patrocinadores principais dessa resolução, que reuniu 141 votos, foram os Estados Unidos, a União Europeia e a Ucrânia. Sete nações votaram contra o texto, enquanto 32 se abstiveram – entre essas, China, Índia e África do Sul, parceiras do Brasil no BRICS, junto com a própria Rússia.
A posição do governo brasileiro suscitou imediata discussão dentro e fora do país, especialmente porque colocou em xeque a neutralidade antes anunciada pelo presidente Lula diante da guerra na Ucrânia.
Compreender as razões que levaram o Brasil a esse voto passou a ser assunto instigante para todos e todas que se interessam por política externa.
Essa é a pauta de nossa exposição: qual a política de Lula para a guerra na Ucrânia?
Oito perguntas são cruciais, indispensáveis, sobre a resolução da ONU:
1.Qual a importância dessa resolução da Assembleia das Nações Unidas?
2.Como votaram os aliados brasileiros?
3.O voto do governo Lula foi diferente que o do governo Bolsonaro?
4.Qual foi a concessão feita pela União Europeia e os Estados Unidos para conquistar o voto brasileiro?
5.Os Estados Unidos e a União Europeia têm algum interesse na paz?
6.O voto contra a Rússia facilita o papel de Lula entre as potências ocidentais?
7.O alinhamento aos Estados Unidos e a Europa, na resolução da ONU, aponta para uma nova política externa do governo Lula?
8.A posição do Brasil na Assembleia Geral das Nações Unidas tem reflexos na política interna?
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